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Brás Henrique
Ribeirão Preto - Apesar do perdão e do casamento remarcado para sábado, 31, no cartório da Vila Tibério, em Ribeirão Preto, o "noivo fujão" ainda terá que aguardar a posição da Justiça para ficar totalmente livre da acusação de furto, feita pela futura esposa.
A professora Sueli Casarotti, de 49 anos, registrou o boletim de ocorrência na noite do dia 16 deste mês, véspera do casamento que não ocorreu com o pedreiro Antônio Mondim, de 47 anos. Após uma discussão, ele foi pescar e levou R$ 19 mil, o carro e a moto. O delegado responsável pelo caso, Eurípedes da Silva Stuque, disse hoje que irá encaminhar até o fim desta semana o inquérito policial para o fórum da cidade.
"Ouvi os dois, ela disse que acertaram tudo, mas eu tenho que relatar o inquérito ao fórum, para a apreciação do juiz", disse Stuque. Segundo o delegado, ele está relatando no inquérito que houve ilícito civil e não criminal, o que deverá resultar no arquivamento do caso. Mas isso depende do que o juiz e o promotor designados para o caso decidirem.
"Vou ver o que o meu advogado falará, nem vi isso ainda", disse Mondim, acreditando no arquivamento do inquérito e correndo atrás dos últimos preparativos para a cerimônia, marcada para a manhã de sábado, 31.
Agência Estado.